Cecília Meireles

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Foram montanhas, foram mares,
Foram os números, não sei
Por muitas coisas singulares
Não te encontrei, não te encontrei
E te esperava, te chamava
Entre os caminhos me perdi
Foi nuvem negra, maré brava
E era por ti, era por ti!

As mãos que trago, as mãos são estas
Elas sozinhas te dirão
Se vem de mortes ou de festas
Meu coração, meu coração
Tal como sou, não te convido
A ir esperar onde eu for
Tudo o que eu tenho é haver sofrido
Pelo meu sonho alto e perdido
E o encantamento arrependido
Do meu amor, do meu amor!

(Cecília Meireles)

Cecília Meireles

(Esta poesia foi musicada por Alain Oulman e gravada por Dulce Pontes. O vídeo está aqui).

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E tudo é tão diferente
do que em saudades imaginas!

(Cecília Meireles)

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Quando a desgraça é profunda,
que amigo se compadece?

(Cecília Meireles)

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Que tudo passa…
O prazer é um intervalo
na desgraça…

(Cecília Meireles)

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Somos sempre um pouco menos do que pensávamos.
Raramente, um pouco mais.

(Cecília Meireles)

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Quando a desgraça é profunda,
que amigo se compadece?

(Cecília Meireles)

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Aprendi com as primaveras a me deixar cortar para poder voltar sempre inteira.

(Cecília Meireles)

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O vento é o mesmo, mas sua resposta é diferente em cada folha.
(Cecília Meireles)

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Quem pode ser verdadeiro sem que desagrade?

(Cecília Meireles)

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Eu canto porque o instante existe
e a minha vida está completa.
Não sou alegre nem triste:
sou poeta
(Cecília Meireles)

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