Geraldo Holanda Cavalcanti

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O poema é uma ânfora. (Uma âncora?
quem sabe! voltar a isso depois.) Digamos, vaso
para guardar palavra essencial. Para entregar-se ou não.
[…]
O poema não é só o grito, nem é só a dor
É o grito da dor.
[…]
Ou âncora, talvez, prendendo
à amarra de seus versos um moento fugaz que
se desejou permanente

(Geraldo Holanda Cavalcanti)

Te espanta e lisonjeia a intensidade
com que em tardo preso no teu rosto

(Gabriel Holanda Cavalcanti)