Não há nada que melhor defina uma pessoa do que aquilo que ela faz quando tem toda a liberdade de escolha.

(William M. Bulger)

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Meu Deus, quanto absurdo neste mundo!

(Liev Tolstói)

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Seria o homem tão poderoso, tão virtuoso e magnífico, mas também tão mau e vil?

(Mary Shelley)

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Os homens, sem o apoio das idéias de glória e de honra, não podem dispor-se a suportar suas misérias presentes.

(Mary Shelley)

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Prefiro a bengala da experiência à carroça rápida da fortuna. O filósofo viaja a pé.

(Pitágoras)e

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Numa sala de aula, o verdadeiro quadro-negro é o salário do professor.

(Max Nunes)

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Ah! Para o desafortunado é boa a resignação, mas para o culpado não há paz.

(Mary Shelley)

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Quando a falsidade consegue parecer-se tanto com a verdade, quem pode ter certeza da felicidade?

(Mary Shelley)

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Que crédito que dá tão facilmente
o coração àquilo que deseja,
quando lhe esquece o fero seu destino;

ah, deixem-me enganar, que eu sou contente;
pois, posto que maior meu dano seja,
fica-me a glória já do que imagino.

(Luís de Camões)

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Essa Mulher…
Tosca. Sentada. Alheada…
Braços cansados
descansando nos joelhos…
olhar parado, vago,
perdida no seu mundo
de trouxas e espuma de sabão
– é a lavadeira.

Mãos rudes, deformadas.
Roupa molhada.
Dedos curtos.
Unhas enrugadas.
Córneas.
Unheiros doloridos
passaram, marcaram.
No anular, um círculo metálico
barato, memorial.

Seu olhar distante,
parado no tempo.
À sua volta
– uma espumarada branca de sabão.

Inda o dia vem longe
na casa de Deus Nosso Senhor,
o primeiro varal de roupa
festeja o sol que vai subindo,
vestindo o quaradouro
de cores multicores.

Essa mulher
tem quarentanos de lavadeira.
Doze filhos
crescidos e crescendo.

Viúva, naturalmente.
Tranquila, exata, corajosa.

Temente dos castigos do céu.
Enrodilhada no seu mundo pobre.

Madrugadeira.

Salva a aurora.
Espera pelo sol.
Abre os portais do dia
entre trouxas e barrelas.

Sonha calada.
Enquanto a filharada cresce
trabalham suas mãos pesadas.

Seu mundo se resume
na vasca, no gramado.
No arame e prendedores.
Na tina d’água.
De noite – o ferro de engomar.

Vai lavando. Vai levando.
Levantando doze filhos
crescendo devagar,
enrodilhada no seu mundo pobre,
dentro de uma espumarada
branca de sabão.

Às lavadeiras do Rio Vermelho
da minha terra,
faço deste pequeno poema
meu altar de ofertas.

(Cora Coralina)

Cora Coralina

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